23 de jun de 2011

CHEIRO DE AMOR

 Além dos oceanos
Rios
tempestades violentas/
medo, (...)sensação de esvaziamento arsênico
vida desenhando sonhos inrropidos na insônia
jardins sem flores
além do limite da mente humana
Extraídos de uma expressão desgarrada
sem preconceito/
Ergo-me a cabeça olhando pro céu
geometria edificada do azul profundo
traçados em mãos quentes/
turbilhão de pensamentos enviados (...)
além da capacidade que envolve o cérebro humano
No ultimo vôo transverso de miragens
na sensação de encobri-la de leve
amasso meus fixos seios
traçando passos com minha personagem
numa intensa vibração
balançam cosmos
o suor escorre pela corpo
deixando cheiro de amor pelo caminho.

-Delírios das Borboletas-


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