1 de mar. de 2012

Íntegra de novo manifesto de militares da reserva

“ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”

Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.

Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.

A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.

O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).

O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.

Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.

Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.
OFICIAIS GENERAIS

Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo
Gen  Amaury Sá Freire de Lima
Gen Cássio Cunha
Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva
Gen Aricildes de Moraes Motta
Gen Tirteu Frota 
Gen César Augusto Nicodemus de Souza
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Gen Bda Newton Mousinho de Albuquerque
Gen Paulo César Lima de Siqueira
Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira
Gen Elieser Girão Monteiro

OFICIAIS SUPERIORES
T Cel Carlos de Souza Scheliga
Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho
Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis
Cel Seixas Marques
Cel Pedro Moezia de Lima
Cel Cláudio Miguez
Cel Yvo Salvany
Cel Ernesto Caruso
Cel Juvêncio Saldanha Lemos
Cel Paulo Ricardo Paiva
Cel Raul Borges
Cel Rubens Del Nero
Cel Ronaldo Pimenta Carvalho
Cel Jarbas Guimarães Pontes
Cel Miguel Netto Armando
Cel Florimar Ferreira Coutinho
Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros
Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes
Cel Carlos Rodolfo Bopp
Cel Nilton Correa Lampert
Cel Horacio de Godoy
Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes
Cel Luiz Veríssimo de Castro
Cel  Sergio Marinho de Carvalho
Cel Antenor dos Santos Oliveira
Cel Josã de Mattos Medeiros
Cel Mario Monteiro Campos
Cel Armando Binari Wyatt
Cel Antonio Osvaldo Silvano
Cel Alédio P. Fernandes
Cel Francisco Zacarias 
Cel Paulo Baciuk
Cel Julio da Cunha Fournier  
Cel Arnaldo N. Fleury Curado
Cel Walter de Campos
Cel Silvério Mendes
Cel Luiz Carvalho Silva
Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha
Cel Wadir Abbês
Cel Flavio Bisch Fabres
Cel Flavio Acauan Souto
Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá
Cel Plotino Ladeira da Matta
Cel Jacob Cesar Ribas Filho 
Cel Murilo Silva de Souza
Cel Gilson Fernandes
Cel José Leopoldino
Cel Evani Lima e Silva 
Cel Antonio Medina Filho
Cel José Eymard Bonfim Borges
Cel Dirceu Wolmann Junior
Cel Sérgio Lobo Rodrigues
Cel Jones Amaral
Cel Moacyr Mansur de Carvalho
Cel Waine Canto
Cel Moacyr Guimarães de Oliveira
Cel Flavio Andre Teixeira
Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida
Cel Roberto Fonseca
Cel Jose  Antonio  Barbosa
Cel Cav Ref Jomar Mendonça
Cel Nilo Cardoso Daltro
Cel Carlos Sergio Maia Mondaini
Cel Nilo Cardoso Daltro
Cel Vicente Deo
Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo
Cel José Roberto Marques Frazão
Cel Luiz Solano
Cel  Flavio Andre Teixeira
Cel  Jorge Luiz Kormann
Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza
Cel Aer Edno Marcolino
Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco
Cel CARLOS LEGER SHERMAN PALMER
Capitão-de-Mar-e-Guerra Cesar Augusto Santos Azevedo
TCel Osmar José de Barros Ribeiro
T Cel Mayrseu Cople Bahia
TCel  José Cláudio de Carvalho Vargas
TCel Aer Jorge Ruiz Gomes.
TCel Aer Paulo Cezar Dockorn
Cap de Fragata Rafael Lopes Matos
Maj Paulo Roberto Dias da Cunha

OFICIAIS SUBALTERNOS
2º Ten José Vargas Jiménez 
Por Reinaldo Azevedo

29 de fev. de 2012

QUEM QUER ENTRAR NA LIXEIRA?


Por acaso soube que a OEA existia, ao ler hoje um telex da Internet com o artigo de Georgina Saldierna, publicado em La Jornada, titulado “Descarta Insulza que Cuba possa ser logo aceite de novo na OEA”. Ninguém se lembrava dela. Veja o carácter antediluviano do argumento.

“O secretário-geral da Organização de Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, descartou ontem que Cuba possa se reincorporar de imediato ao organismo multilateral, entre outras razões porque não há consenso sobre o tema entre seus membros.”

“Por seu lado, Insulza considerou que um requisito que teria que cumprir Cuba para sua plena reincorporação à OEA é atender as normas da organização, entre as quais se inclui a Carta Democrática Inter-americana e a Convenção de Direitos Humanos.”
Se não for suficiente para se divertir, veja o artigo de Antonio Caño, de El País, de 21 de Fevereiro de 2008, “O isolamento da ilha apenas serve para perpetuar a agonia do regime”.

“Uma das vozes mais autorizadas do exílio cubano, o empresário Carlos Saladrigas, confia em que a demissão de Fidel Castro pode ser ‘a porta que abre definitivamente à mudança’ e pede à comunidade cubana de Miami e ao Governo dos Estados Unidos que actuem com ‘prudência’ e com ‘vontade conciliadora’, com o fim de não desaproveitar esta oportunidade.

“Saladrigas, que preside uma pequena organização chamada Grupo de Estudos Cubanos, integrada num colectivo de outras associações políticas e de direitos humanos conhecido como Consenso Cubano, tem gasto nos últimos anos milhões da sua fortuna particular para pôr em marcha um embrião de alternativa moderada e centrista aos velhos dirigentes radicais que dominavam a comunidade cubana nos Estados Unidos. No páramo de liderança em que ficou Miami após a morte de Jorge Mas Canosa, Saladrigas é uma voz respeitada entre os círculos intelectuais, e escutada pela mídia e pelos diplomatas estrangeiros.

“Numa conversação telefônica desde a República Dominicana, Saladrigas declarou: ‘continuar isolando Cuba só serve para perpetuar a agonia do regime.’
“‘Este é um momento de grande esperança, tanto para os cubanos do exílio quanto para os dissidentes no interior.
“‘O exílio deve ajudar estimulando os passos que se vão dando em Cuba, não rejeitando-os.

As transições são feitas passo a passo.
“‘É preciso conseguir que o regime perca o medo ao exílio; quanto menos medo tiver, mais rápido irá tudo.’ A mudança, na sua opinião, não se pode deter.”
“Na Flórida vive um milhão de cubanos com recursos suficientes como para revitalizar a maquinaria econômica da ilha em muito pouco tempo se forem dadas as condições adequadas, que devem ser criadas tanto pelos Estados Unidos como por Cuba. O primeiro, levantando as restrições aos cidadãos norte-americanos para investir na ilha, e o segundo, legalizando a propriedade privada e a actividade econômica estrangeira.
“Uma vez que se dêem essas condições, na opinião de Saladrigas, as reformas políticas serão automáticas. A medida mais urgente seria a libertação dos presos políticos. Cumprido isso, e aberta a porta ao investimento, o exílio poderia se tornar no maior fundo de ajuda que nenhuma transição política tem conhecido na história, afirma.”
Carlos Saladrigas soa-me no ouvido como nome e sobrenome que escutei muitas vezes quando, como estudante de 18 anos, concluía os meus estudos no quinto e último curso de Bacharelato. Era o candidato escolhido por Batista ao concluir o último ano do seu mandato constitucional. Antes tinha sido seu Primeiro-ministro. Estava finalizando a segunda guerra mundial.

Que barato quer nos comprar o novo Carlos Saladrigas! Com o dinheiro de Miami, “o maior fundo de ajuda que nenhuma transição tem conhecido na história”, algo que os Estados Unidos não têm podido conseguir com todo o dinheiro do mundo.
A realidade é outra e ela não se oculta aos que observam com realismo os acontecimentos que ocorrem em Cuba.

Um artigo de David Brooks, publicado há menos de 12 horas no jornal La Jornada, de México, sob o título “Estados Unidos relegado a simples espectador da transição política em Cuba”, utiliza argumentos dignos de serem sublinhados.
“Nova Iorque, 20 de Fevereiro. Não cessa de espantar como um dos países mais pequenos do mundo obriga a que os líderes políticos, empresariais, mediáticos e acadêmicos do país mais poderoso do mundo tenham que responder perante suas decisões de fazer ou não, mudar ou não, ou simplesmente deixar tudo no mistério.
“Durante as últimas 24 horas o presidente George W.  Bush, os altos funcionários do seu Departamento de Estado, seu Conselho de Segurança Nacional, legisladores federais, os pré-candidatos presidenciais e outras figuras políticas de primeiro nível, analistas políticos e os principais centros de política exterior, todos os principais meios impressos e eletrônicos, agrupamentos de direitos humanos, e mais, têm respondido à decisão de Fidel Castro de não se postular por outro período.

“Enquanto se procede com uma transição política em Cuba, ninguém aqui espera alguma mudança durante os poucos meses que restam da presidência de George W. Bush, o décimo presidente estadunidense que prometeu impor mudanças na ilha, apenas para acabar seu período com Fidel Castro ainda definindo a política do seu próprio país e desafiando o super poder.

“E mais uma vez, Washington e todos os peritos foram reduzidos a simples espectadores e tiveram que reconhecer que a transição é a determinada por Cuba, e não o resultado da política que Washington tem promovido durante meio século.”
“Julia Sweig, perito na relação bilateral e diretora do programa de América Latina para o Council on Foreign Relations, sublinhou… que se deveria ter levantado o embargo e outras restrições que apenas têm limitado a política exterior estadunidense justo neste tipo de conjuntura.

“O ex coronel Lawrence Wilkerson –mão direita do general Colin Powell e agora co-presidente da Iniciativa de política EU-Cuba da New America Foundation–, considerou mais uma vez que esta conjuntura oferece uma oportunidade para mudar a postura estadunidense, embora admitiu que ‘nossa política para com Cuba é um fracasso’ e não haverá nenhuma mudança sob esta presidência.

Os pré-candidatos e outros deveriam iniciar uma avaliação desta política, incluindo coisas óbvias como levantar a proibição de viagens e alguns aspectos do embargo, para que o próximo ocupante da Casa Branca possa implementar algumas mudanças.

“O New York Times faz eco destas perspectivas no seu editorial de hoje, indicando que o governo de Bush fez tudo quanto possível ‘para assegurar que não tem a oportunidade de influir nos eventos’ em Cuba.

‘No intuito de apertar o fracassado embargo, tem tornado muito mais difícil para acadêmicos, artistas e gente religiosa viajarem a Cuba e difundirem a boa palavra sobre a democracia.’ O Times propõe deixar de lado os interesses de Miami, mesmo se for particularmente difícil num ano eleitoral para abrir comunicação direta com Cuba e ‘os sucessores do senhor Castro’.

“Com o anúncio de Castro desde Havana, a dinâmica política dentro dos Estados Unidos também pode mudar. Os três principais pré-candidatos se pronunciaram ontem a respeito do assunto, com o republicano John McCain e a democrata Hillary Clinton repetindo a retórica de sempre de que Cuba tem que demonstrar mudanças antes que Washington considere uma mudança de sua política.

“O democrata Barack Obama ―que em 2003 como candidato ao Senado advogou pelo levantamento do embargo― tem condicionado sua posição agora, mas é o único que tem favorecido afrouxar as restrições a viagens e o envio de fundos à ilha, e ontem disse que se houverem amostras de uma mudança rumo à democratização na ilha, ‘os Estados Unidos deve estar preparado para dar passos rumo à normalização das relações e suavizar o embargo’.”

“‘Tivemos uma má política durante 50 anos, por razões que não têm nada a ver com Cuba’, declarou o representante federal Charles Rangel, presidente de um dos comitês mais influentes do Congresso, informou o Wall Street Journal. Vários legisladores mais percebem este momento como uma abertura possível para promover mudanças na política bilateral.

“O setor empresarial, que há anos tem manifestado sua oposição ao embargo, também poderia ver esta como uma oportunidade para envidar esforços para mudar a política estadunidense, com o apoio bipartidário de legisladores e governadores que vêem o mercado cubano como algo mais atraente que manter uma posição ideológica alinhada comum presidente e seu governo cada vez mais desprestigiado em Washington.
“Ao que parece, a transição em Cuba poderia provocar uma transição dentro dos Estados Unidos. Mas talvez Washington e Miami são mais renuentes à mudança do que Havana.”

Como podem constatar os leitores, trabalhei pouco enquanto espero a decisão transcendente do dia 24.
Agora sim estarei vários dias sem usar a caneta.

Fidel Castro Ruz
22 de Fevereiro 2008
17h:56

27 de fev. de 2012

A CORRUPÇAÕ VENCEU!

A senadora paraense Marinor Brito, que deixará o Senado para dar lugar ao ficha-suja Jader Barbalho (Foto:Moreira Mariz/Agência Senado) 
Revoltada com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular a validade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010, a senadora Marinor Brito (PSol-PA) voltou a usar a tribuna para protestar. A parlamentar – que deve deixar o mandato para que Jader Barbalho (PMDB-PA), candidato mais votado, mas considerado ficha suja, assuma – mostrou uma manchete de jornal estampando a expressão “Sujou” para frisar sua indignação. “O Judiciário não pode mais uma vez virar as costas para uma iniciativa de interesse popular, para uma decisão unânime que o Congresso aprovou de varrer da vida pública do país políticos corruptos, como é o caso do senhor Jader Barbalho”, afirmou a senadora.
A queda da validade da lei para 2010 foi só o primeiro golpe. Ministros do STF e especialistas avaliam que é grande o risco de a Ficha Limpa ser desconstruída item por item em novo julgamento no Supremo. Além disso, a corte do TSE que sustentou a legislação para as eleições do ano passado não será a mesma no ano que vem Ler mais>>>

Aberração sob o teto do Senhor


Por Leila Cordeiro*
Um velho ditado afirma que “de técnico de futebol, médico e louco , todo mundo tem um pouco”.  Mas eu vou além disso, todo mundo também palpita quando o assunto é religião e cada um a encara de um jeito diferente, de acordo com a fé que pratica ou não.
Sinceramente, e isso é uma opinião minha, acho que ultimamente as pessoas andam afastada das religiões e isso não é difícil de entender. Afinal, são tantas e tão graves denúncias contra padres, pastores e outros religiosos que não há fé que resista a tanta decepção.
As notícias estão aí, quase todos o dias. São religiosos acusados de abusar de crianças, pedófilos ultrajantes, sujos e vis, comungando junto com inocentes fiéis que apenas queriam um porta-voz de Deus para orientá-los sobre o melhor caminho a seguir. Ler Mais>>>

23 de fev. de 2012

Jornalismo de esgoto é isso! Dez regras para abordar movimentos sociais

Dez regras da grande imprensa ao abordar movimentos sociais
Por Osvaldo da Costa, na Adital

Convenções básicas (quem não cumprir está sujeito à demissão):

1ª) Toda ocupação de terra deve ser chamada de invasão
Ao invés de usar o termo adotado pelos movimentos sociais, "ocupação" – manifestação de pressão para o cumprimento da Constituição pelo Estado e denúncia da existência de latifúndios –, é mais eficiente para o objetivo de defesa do princípio da propriedade privada a utilização da palavra "invasão" – tomar para si pela força algo que não lhe pertence.

Dessa maneira, implicitamente, estamos dizendo que discordamos dessa prática e a consideramos ilegal, e conseguimos gerar a sensação de pânico generalizado em todos os donos de propriedade, sejam elas rurais e produtivas, ou até mesmo propriedades urbanas.

Observação: essa regra não é generalizável. Para os casos em que os Estados Unidos invadem países, destroem a infra-estrutura e matam a população, deve-se utilizar o termo "ocupação". Ler Mais>>>

Regulação da mídia: dez fatos que a "grande" imprensa esconde da sociedade

As entidades que reúnem as grandes empresas de comunicação no Brasil usam e abusam da palavra "censura" para demonizar o debate sobre a regulação da mídia. No entanto, são os seus veículos que praticam diariamente a censura escondendo da população as práticas de regulação adotadas há anos em países apontados como modelos de democracia. Conheça dez dessas regras que não são mencionadas pelos veículos da chamada "grande" imprensa brasileira.

- por Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior


O debate sobre regulação do setor de comunicação social no Brasil, ou regulação da mídia, como preferem alguns, está povoado por fantasmas, gosta de dizer o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins. O fantasma da censura é o frequentador mais habitual, assombrando os setores da sociedade que defendem a regulamentação do setor, conforme foi estabelecido pela Constituição de 1988.

Regulamentar para quê? – indagam os que enxergam na proposta uma tentativa disfarçada de censura. A mera pergunta já é reveladora da natureza do problema. Como assim, para quê? Por que a comunicação deveria ser um território livre de regras e normas, como acontece com as demais atividades humanas? Por que a palavra “regulação” causa tanta reação entre os empresários brasileiros do setor?

O que pouca gente sabe, em boa parte por responsabilidade dos próprios meios de comunicação que não costumam divulgar esse tema, é que a existência de regras e normas no setor da comunicação é uma prática comum naqueles países apontados por esses empresários como modelos de democracia a serem seguidos.

O seminário internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídias, realizado em Brasília, em novembro de 2010, reuniu representantes das agências reguladoras desses países que relataram diversos casos que, no Brasil, seriam certamente objeto de uma veemente nota da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) denunciando a tentativa de implantar a censura e o totalitarismo no Brasil.

Ao esconder a existências dessas regras e o modo funcionamento da mídia em outros países, essas entidades empresariais é que estão praticando censura e manifestando a visão autoritária que tem sobre o tema. O acesso à informação de qualidade é um direito. Aqui estão dez regras adotadas em outros países que os barões da mídia brasileira escondem da população: Ler Mais>>>

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